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Escândalo em Goiás: Vereador de Goiânia é Preso com Violência

Indignação toma conta das redes sociais sobre a arbodagem de certos policiais militares

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O Caso

Na manhã desta sexta-feira (17), o vereador Fabrício Rosa (PT) foi brutalmente detido em Santa Helena de Goiás enquanto acompanhava uma manifestação pacífica do MST. Ao lado de Leandro de Almeida Costa, da coordenação nacional do movimento, Rosa foi alvo de uma ação policial marcada por violência e arbitrariedade.

Choque e Indignação

Imagens do momento da prisão mostram o parlamentar sendo agredido, jogado ao chão e tendo seu celular arrancado das mãos. As marcas de lesão em suas costas escancaram a truculência da abordagem. O motivo alegado pelos policiais? Desacato. Mas o vídeo revela outra realidade: não houve qualquer atitude que justificasse tal acusação.

A Ordem Misteriosa

O episódio ganha contornos ainda mais sombrios quando o major Guimarães, comandante da 21ª Companhia da PM, aparece utilizando seu celular e, logo em seguida, ordena a prisão do vereador. A cena levanta uma questão explosiva: quem deu a ordem para prender Fabrício Rosa?

Contexto

Segundo testemunhas, Fabrício foi impedido de acompanhar a manifestação por criticar a violência contra minorias, populações pretas e periféricas. Sua prisão expõe não apenas o abuso de autoridade, mas também a tentativa de silenciar vozes que denunciam injustiças.

Perguntas que Ecoam

Quem orientou o major Guimarães naquele momento?

Por que a PM de Goiás utilizou força desproporcional contra um parlamentar em pleno exercício de seu mandato?

O que este episódio revela sobre a relação entre Estado e movimentos sociais?

Conclusão

A prisão de Fabrício Rosa não é apenas um ato isolado: é um retrato alarmante da repressão contra lideranças políticas e sociais em Goiás. O caso exige respostas urgentes e investigação profunda.

Após prestar depoimento na Delegacia de Santa Helena de Goiás, o vereador Fabrício Rosa (PT) e Leandro de Almeida Costa, da coordenação nacional do MST, foram liberados. Eles seguem agora para Rio Verde, onde vão passar pelo exame de corpo de delito.

Por: João Alberto com apoio da Assessoria
Fotos: Divulgação
Reprodução : Top News Goiás

 

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